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21 June, 2008

Pimp my Moçambique!




Acham que o Boss Ac é maroto!? Checa lá esse video da Dama do Bling:



Aproveitamos ainda para deixar mais uns links, a nossa recomendação para se partir à descoberta do pimp music moçambicano - quem não tem saudades do "Músicas de África"?
Já agora, uma nota rápida esclarecedora:

O MC Roger não só é o king, como é ele próprio que apresenta e edita o programa, que não raramente passava dois ou três videoclips seus. Mas "Patrão é Patrão" faz aqui todo o sentido, já que é um dos maiores êxitos de sempre em terras de Samora Machel.


1)Não podíamos deixar de começar por esse mesmo, o grande MC Roger:

MC Roger - Patrão é Patrão



2)esta é uma espécie de M.I.A. moçambicana, claro, dentro do contexto. Mas quando vimos pela primeira vez este clip espantou-nos o nível da produção, habituados estavamos àqueles clips africanos filmados com uma handycam numa sala de estar com os armários cheios de louça e raparigas a dançar em lingerie.

Lizha James - 4 All Ya



3)Este senhor, que deve ter feito escola de MC pelo menos algum tempo fora de Moçambique, é para nós a coisita dancehall assim mais profissionalizada, muito ao nível de qualquer bom singjay jamaicano.

Mr. Arssen - Mo Fire


4)Aí está a nova esperança do novo som moçambicano, o Zico e às vezes Ziqo para dar aquele erro de caligrafia que tanto cai no goto de muitos hiphopianos. O Zico mistura aqui uma tradição mais folclórica com uma batida moderna (não perder aos 3:17 deste clip o pedido "oh zico, dança lá um bocadinho para mim", é ver o brilharete).

Zico - Tauas/Vamos Embora


Havia outras coisas engraçadas, commo a apresentadora de uma programa de música que exercia o mesmo tipo de poder que o MC Roger e também uma banda de punk moçambicana, mas já não conseguimos encontrar... Isperu qui tênhá gõstadu!

18 June, 2008

Rock in Fuckin' Rio



EH ROBERTA, VOCÊ QUÉ FAZÊ O ROCK IN RIO EM PORTUGAU PORQUÊ?

Oi pô! Porque é que a gentxi não faiz isso aí em Pórtugau!? Senão veja: a perfeitura dji Lisboa está dando um parque municipau para fazer o festivau! Quem quer fazê isso aqui no Rio, quando você vai p'ra lá, não paga taixa e mete nota preta no bolso?

Oi! Tá-me ouvindo? Tem lá um cara aí, veja só, que é isquerdjista e vereadô do ambientxi! É o Zé Faz Falta, que troca as taixa municipau por nada velho! Tá ouvindo? É foda né?! A gentxi dêpoiz dá ingresso pó cara dji simpatxia, ma pô: um festxivau privado que é apoiado pela perfeitura meu irmão! Tão metendo uma guitarra gigantxi dji reclame na sêgunda circulá lá, tudo pr'a nóis!

Até o metrô! Até o metrô fecha mais tarde para nóis! E para mais ninguém! Não fica aberto mais tarde nem p'ra festxivau português, nem siqué p'ra Santos Populares! Aí para o ano vão fazê até uma ponte para a massa não passá pelo meio do bairro dji Chelas, qui txira um pouco dji glamu! Qué maió negócio meu brotha?

Pô, não tem nada dji mau a gentxi fazê um festivau pelo ambientxi que é patrocinado por marca dji carro não, mas temo qui vê si conseguimo tê jeito dji não arrasar mais aquele parque, porqui um djia vai parecê um deserto! Mas isso aí a gentxi pedji pó Zé Faz Falta que ele providencia umas ajuda de todo o departamento dji jardinagem da cidadji.

Ah, e se a Semana Académica dji Lisboa, o Supê Bocki Supê Rocki ou o Deuta Tejo txiverem dji pagar as taxas municipau e começarem brigando com a gentxi, a gentxi pega na grana e foge dji volta para o Rio!

Se começarem a xingar a gentxi, EU NÃO VOU!

07 June, 2008

Nem idade, nem currículo, diz este aqui em baixo...


(Esta foto foi retirada dum blogue a sério e, sorry but, sem a permissão do autor, que também é um autor a sério: We have Kaos in the Garden)

À falta de melhores escritas neste blogue, resolvemos praticar aquele ritual tão nosso querido no século XXI. É uma atitude, é uma acção, uma reacção, um fazer de coisas novas sem esquecer o antigo, a origem, a tradição. É como que uma ponte eterna entre um espaço de exposição e lugar cósmico do texto e um novo, que se reinventa no devir inteligível do conteúdo. É isso mesmo, é um copypaste... :

"O senhor não tem idade nem curriculum!

Há cada uma, neste País de «gentinha sui generis»
Viva o nosso PM que tem coragem para dizer as maiores barbaridades!!!
Não tá mal, não senhora!
O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: " Você não tem idade nem curriculum ...".

Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário!
Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

Actividade política:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.

Actividades académicas:
Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.

Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).

Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; "referee" para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).

Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.

Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).

Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.

Terminou em Agosto um livro sobre "The Years of High Econometrics" que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.

Obras publicadas:

Ensaios políticos
Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas - A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada - As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral - Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
Livros de Economia
Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes
Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)
* Fonte Wikipédia

Sobre sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.

Quanto a curriculuns estamos conversados!

Quanto à idade devem ter diferença de meses...

Comparar o currículo de Sócrates ao de Louçã, é o mesmo que dizer que

o vinho a martelo é superior a um Cartuxa Reserva 2002 Tinto."

Jakovny, HOJE 7 Junho! Bacalhoeiro-21h30