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28 February, 2007

No cinema há coisas que não dá, não dá pronto, não dá mesmo, pronto.




Porque é que o Bruce Willis dá consultas psiquiátricas a uma criança, e não tem curiosidade de falar com a mãe, no 6º Sentido? Porque é que na Missão Impossível aquela sala na sede da CIA que Tom Cruise assalta, que nem uma pinga de suor podia deixar cair no chão, não havia um sensor de movimento, equipamento indispensável a qualquer Lidl em fase de encerramento nocturno? Como é que este mesmo amigo Tomão, no Minority Report (ou "Relatório Minoritário", mas ficava mal), entra pela porta das traseiras do sítio "mais bem guardado do mundo", para ir ter uma conversa com aquelas raparigas cyborgs videntes?




Estas são só algumas das questões cinematográficas que parecem ter a sua resposta no mundo inteligível. E foi um filme, que à partida já parecia muito bom, À Noite no Museu, com Ben Stiller, o gatilho para um relembrar destas questões do inimaginável. Então não é que os todas as peças do museu, animais embalsamados, estruturas ósseas, estátuas, figuras de cera, etc; se tornavam vivas durante a noite, que era uma confusão que ninguém podia? Então não é que sujam tudo e partem tudo as criaturas pela noite animadas, e tudo aparece arrumado de manhã?




Não são questões de posicionamento mais ou menos fictício, não são questões técnicas de realização, não é a história que é má, pronto! O que é, não se sabe, mas que é foleiro, é foleiro. São as dúvidas existenciais do cinema. Pessoal da claquette.




São coisas ridículas que acontecem por descuido, porque os filmes estão mal pensados, mas também, quem é que se importa, qualquer um deles facturou mais que a indústria cinematográfica portuguesa em toda a sua história somada!




Tom aprende com o Evaristo, mas não fiques pobre como ele.

1 Comments:

Blogger Helena Nunes said...

Não resisti. Tenho de acrescentar o seguinte se por acaso conseguires ver o "Marie Antoinette" em português Maria Antonieta (Lol), há uma cena em que mostram os pares de sapato da dita rainha. Não é que estes gajos foram tão descuidados que, lá no meio está um par de All Stars.

Chiça, nem quis acreditar. Paguei eu o bilhete, para ir ver um par de sapatilhas no guardafato da gaja??? Ainda por cima no sec XVIII!!!! É pá, que o filho dela fosse Gay, não tenho nada contra mas, um par de All Stars, não perdo-o.

Hein!!... Ah! pois é. É como dizes, é inaceitável... Mas, o que é certo é que continuamos a pagar para vê-los. Continuamos a precisar que o nosso imaginário seja alimentado.

Eu digo: ALIMENTADO SIM mas MACULADO, tenham lá dó. Antes a Floribella.

Jokasssss
Meia Lua

8:23 PM  

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