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22 August, 2006

Well-stay - Nao se enterrem por favor!

Pedimos desculpa aos leitores deste blog - dirigimo-nos sempre rectoricamente a quem lê este blog, apesar de não sabermos ao certo se alguém a quem não o impingimos à lá cauteleiro o lê, mas pronto - mas srs. Padres, precisamos de fazer uma confissão. Na sociedade portuguesa, como dizia há pouco tempo um certo dirigente da Juventude Socialista num telefonema de angariação ridícula "são portas que se abrem e outras que se fecham", mas temos de o dizer. Somos Benfiquistas, é verdade, queremos ver levada à Palma a chama imensa, já o dissemos, pronto. Apesar disto, e com um certa idoneidade jornalística por nós meio assimilada num curto percurso profissional no ramo, prometemos não nos poupar a críticas ou reparos seja a quem fôr, mesmo que seja o Xanana Gusmão ou a Madre Teresa de Calcutá. Tentámos traduzir "Benfica" literalmente para inglês ("Well-stay"), para que o título desta entrada não repudiassse rapidamente aqueles que não lhe são afectos, esperando que os con-Benfiquistas não tenham para com isto a atitude iraniana às caricaturas do Maomé. Tal como os jornalistas dinamarqueses adoram a liberdade de expressão, nós adoramos o Benfica, e só lhe faz bem andar em cima Dele, porque já se sabe que é uma árvore muito pesada e abana muito.

Finalmente ao que interessa, por muito que desejemos que o Olivais e Moscavide se safe com a manutenção na liga de Honra este ano, o verdadeiro e primeiríssimo objectivo é que o nosso S.L.B. chegue já à Liga dos Campeões para que este ano sim, com Paulo Jorge e Manú, possamos levar de vencida o Barcelona, que tão injustamente nos bateu o ano passado. A tarefa não podia ser mais fácil (até podia porque o clube não tem um nome esquisito, tipo Gençerbirligi ou Artmedia), mas o Benfica tem a obrigação de ganhar,e até golear estes coitados austríacos do Áustria Viena, que, a julgar pela performance nas primeiras jornadas do campeonato local, até o Mozart marcava mais golos usando apnas um dos rolos da cabeleira e a batuta. Por isso este título vos roga, nunca mais nos lembrem das eras Souness, Manuel José, Autouri, Heynckes e etc. Por favor! Aquele amargo do "não há como possamos perder" e depois o balde de água fria, gelado como naqueles tempos, nunca mais! É para ganhar, é para varrer! Não pensamos noutro desfecho que não a presença na Liga dos Campeões, porque se, por acaso, o Nuno se quiser armar em Brian Deane, o Luisão em Michael Thomas ou o Petit em Pembridge: FERNANDO SANTOS, vais voltar a fazer buracos na Grécia! E nós vamos lá estar com os velhos a chamar-te "gatuno" e a dizer "vocês serem uma bergonha, carago"! Mas isso é o cenário mais irreal e surrealista, porque nós temos de varrer, e não pensamos noutra coisa senão nisso. CHAMAMOS A ATENÇÃO PARA QUE NÃO SE INTEREPRETE ISTO COMO SENDO UMA PROVA DE FALTA DE FÉ, MENOS GRAVE SER REALISTA E CAUTELOSO FORA DO ESTÁDIO, POSTURA UNICAMENTE DERIVADA DA PRÉ-ÉPOCA BRILHANTE QUE O BENFICA FEZ, DO QUE SER BÁRBARO E CRITICAMENTE IRRACIONAL DENTRO DA CATEDRAL. Força Glorious Well-stay.

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